quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Brasil aposta em "estrangeiras" para manter supremacia no handebol feminino


Chana handebol 450x338Fernando Dantas/Gazeta Press
Chana, veterana na seleção, joga na Dinamarca e reforça a "legião estrangeira"

Uma verdadeira "legião estrangeira" forma a seleção feminina de handebol do Brasil, que busca o tetracampeonato nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Das 13 convocadas pelo técnico Morten Soubak, que é dinamarquês, 11 jogam na Europa.
O treinador acredita que a experiência adquirida no Velho Mundo é fundamental para o título, que vale também uma vaga na Olimpíada de Londres-2012.
- Nos seus respectivos clubes, elas atuam pelos campeonatos nacionais e também pela Liga EFE, que é como uma Champions League do handebol europeu. Por isso mesmo não temos outro pensamento aqui em Guadalajara que não seja ganhar o ouro e garantir a vaga para a Olimpíada de Londres.
A seleção fez parte dos treinos para o Pan na Áustria, país em que a ponta Alexandra Nascimento joga há sete anos, pelo Hypo. Ela prevê uma disputa ferrenha contra a Argentina na briga pelo ouro.
- Claro que vamos respeitar todos os nossos adversários. Mas estamos sempre nos enfrentando em finais.
A goleira Chana, a jogadora mais experiente da equipe, com três Jogos Olímpicos e cinco Mundiais no currículo, joga no Randers, da Dinamarca, e acredita que o Braisil já conseguiu subir de status no cenário mundial.

- É uma sensação diferente quando entramos em quadra. Mas isso só aumenta a nossa responsabilidade que é ganhar o ouro e a vaga em Londres.
Depois do Pan, a equipe tem mais um compromisso em dezembro: o Campeonato Mundial, que será disputado em São Paulo.

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