terça-feira, 4 de outubro de 2011

Com Chávez na torcida, softbol da Venezuela busca outra medalha


Foto: Divulgação/Ministério do Esporte da VenezuelaAmpliar

Quinta colocada no último Mundial, disputado em casa, em Caracas, no ano passado, e sétima nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, além da prata no Pan do Rio-2007. Esses são alguns dos últimos bons resultados da seleção da Venezuela de softbol. Liderada pela estrela Mariangee Bogado e com apoio e torcida declarada do presidente Hugo Chávez, a seleção venezuelana tem como meta conquistar outra medalha emPan, dessa vez em Guadalajara, no México.
No Rio, a Venezuela dividiu a prata com o Canadá porque não houve disputa da semifinal devido às chuvas que estragaram o gramado do campo e cancelou os jogos. Os Estados Unidos, por terem melhor campanha, ficaram com o ouro, o sétimo do país em Pan em oito edições disputadas. O Canadá, nos Jogos de Caracas-1983, foi o único país a quebrar a hegemonia dos EUA.
Mesmo sabendo que a disputa em Guadalajara será forte, com os times levando suas principais jogadoras, a Venezuela não quer voltar para casa sem medalha. E há quem fale que a seleção pode, sim, brigar pelo ouro. A maioria das jogadoras do país joga nos Estados Unidos, berço do softbol. Bogado, por exemplo, defende a Universidade de Indiana. Mesmo morando nos EUA, a lançadora exalta o presidente Hugo Chávez, grande fã do softbol. "O presidente sempre está ao nosso lado" disse a jogadora durante o Mundial de 2010.
Tamanho reconhecimento não é à toa. A classificação do softbol nos Jogos de Pequim foi comemorada pelo presidente. E não faltam elogios a Chávez. "Agradecemos o povo e o presidente por nos dar as condições para chegarmos nesse nível", disse a capitã do time, María Soto, na volta da seleção após a conquista invicta do bicampeonato Sul-Americano, na semana passada.
Antes de embarcar para o México, a seleção venezuelana de softbol disputará alguns jogos nos Estados Unidos como preparação. Além delas e dos EUA, estarão no Pan Argentina, Porto Rico, Canadá, México, República Dominicana e Cuba. O Brasil não se classificou. 

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