Maurren Maggi garantiu importante ouro na luta particular pela vice-liderança entre Brasil e Cuba no Pan
Com novo show nos Jogos Pan-Americanos, desta vez no judô e no levantamento de peso, a delegação cubana garantiu cinco medalhas de ouro nesta quarta-feira (26), contra apenas quatro do Brasil, e encostou perigosamente na vice-liderança no quadro geral de medalhas.
Liderados pelos judocas Idalys Ortiz e Oscar Rene, que venceram entre os mais pesados, Cuba, que também triunfou no levantamento de peso, pelota basca e atletismo, acumulou 30 douradas ao longo dos doze dias de competições em Guadalajara, apenas três atrás de nossos atletas.
Por sua vez, a delegação brasileira de atletismo subiu ao topo do pódio em três oportunidades – com a campeã olímpica Maurren Maggi, Lucimara Silvestre e Leandro Oliveira, além do judoca Luciano Oliveira -, o que assegurou provisoriamente a vice-liderança.
Maurren, nosso maior nome do atletismo, mostrou que não tem previsões de parar de competir em alto nível e cravou seu melhor salto do ano com a marca de 6,94 m, mais de 20 cm à frente da segunda colocada, a americana Shameka Marshall.
O triunfo, somados aos de 1999 e 2007, significou o tricampeonato da atleta nos Jogos, um feito histórico para a saltadora que pensou em se aposentar após o polêmico exame antidoping que apontou positivo para uso de substâncias ilegais em 2003, a afastando por quase três anos do esporte.
Situação parecida com a de Lucimara Silvestre, flagrada no exame em 2009, e que só voltou a competir há poucos meses. Tempo suficiente para acumular o bicampeonato seguido em Pans ao vencer três das quatro provas disputadas no heptatlo.
No entanto, as vitórias masculinas, apesar de tão importantes quanto às das meninas, superaram no quesito emoção. A primeira, também no atletismo, foi de Leandro Oliveira, que precisou da ajuda do computador para, após alguns minutos de espera, ver seu triunfo oficializado diante do venezuelano Byron Piedra por apenas um milésimo.
Por último, destaque para a superação de Luciano Corrêa, que bateu seu eterno algoz Oreydi Despaigne pela primeira vez em disputa acirradíssima, decidida pela juíza, que puniu o judoca cubano na prorrogação.
Sem chance de serem alcançados, os EUA somam 70 medalhas douradas, seguidos de Brasil, Cuba, Canadá, com 22 e México, com 21.
Liderados pelos judocas Idalys Ortiz e Oscar Rene, que venceram entre os mais pesados, Cuba, que também triunfou no levantamento de peso, pelota basca e atletismo, acumulou 30 douradas ao longo dos doze dias de competições em Guadalajara, apenas três atrás de nossos atletas.
Por sua vez, a delegação brasileira de atletismo subiu ao topo do pódio em três oportunidades – com a campeã olímpica Maurren Maggi, Lucimara Silvestre e Leandro Oliveira, além do judoca Luciano Oliveira -, o que assegurou provisoriamente a vice-liderança.
Maurren, nosso maior nome do atletismo, mostrou que não tem previsões de parar de competir em alto nível e cravou seu melhor salto do ano com a marca de 6,94 m, mais de 20 cm à frente da segunda colocada, a americana Shameka Marshall.
O triunfo, somados aos de 1999 e 2007, significou o tricampeonato da atleta nos Jogos, um feito histórico para a saltadora que pensou em se aposentar após o polêmico exame antidoping que apontou positivo para uso de substâncias ilegais em 2003, a afastando por quase três anos do esporte.
Situação parecida com a de Lucimara Silvestre, flagrada no exame em 2009, e que só voltou a competir há poucos meses. Tempo suficiente para acumular o bicampeonato seguido em Pans ao vencer três das quatro provas disputadas no heptatlo.
No entanto, as vitórias masculinas, apesar de tão importantes quanto às das meninas, superaram no quesito emoção. A primeira, também no atletismo, foi de Leandro Oliveira, que precisou da ajuda do computador para, após alguns minutos de espera, ver seu triunfo oficializado diante do venezuelano Byron Piedra por apenas um milésimo.
Por último, destaque para a superação de Luciano Corrêa, que bateu seu eterno algoz Oreydi Despaigne pela primeira vez em disputa acirradíssima, decidida pela juíza, que puniu o judoca cubano na prorrogação.
Sem chance de serem alcançados, os EUA somam 70 medalhas douradas, seguidos de Brasil, Cuba, Canadá, com 22 e México, com 21.
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