A chefe da equipe, Karla Redig, diz que todo cuidado é pouco, já que o espaço é escorregadio e merece equipamento adequado.
- Entre os homens, é provável que todos já saibam, pois quase todos os atletas que estarão no Pan competiram lá. Mas essa experiência nos fez decidir levar as mulheres para um período de treinamento lá. Sabemos, por exemplo, que vários outros países se lamentam agora por não ter tido esta ideia.
Karla destacou que os Estados Unidos são francos favoritos para a medalha de ouro no feminino e no masculino, por contarem com os melhores jogadores profissionais do mundo.
Mesmo assim, a equipe acredita na possibilidade de um lugar no pódio, apostando na mistura entre experiência e juventude.
- Temos o Marcelo Suartz, que é novo, tem 24 anos. Ele está nos Estados Unidos há três anos e isso é uma boa experiência.
Estudante de Marketing da Webber University, na Flórida, Marcelo é estreante em Jogos Pan-Americanos, mas Karla contou que ele foi eleito o melhor atleta universitário do país.
- Temos a explosão do garoto aliada a um dos jogadores mais técnicos que conheço, o Marcio Vieira, que aos 58 anos, já competiu nos Jogos de Havana (1991) e Santo Domingo (2003), além de ter estado em Mar del Plata (1995) e no Rio (2007) como técnico e auxiliar-técnico.
No feminino, o trunfo é a jogadora canhota, Marizete Scheer. Para Karla, isso sempre é uma vantagem.
- Um jogador que usa a mão esquerda faz muita diferença no boliche.
A parceira na disputa de duplas é uma promessa: Stephanie Martins, de 20 anos, bicampeã sul-americana juvenil e que também mora nos Estados Unidos, onde estuda Administração na mesma Webber University.
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