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Diego Hypólito e Rosângela Santos mostraram que nem sempre o favoritismo pesa a favor no Pan-Americano
Com fraco desempenho no 11º dia de competições em Guadalajara, a delegação brasileira abocanhou poucas medalhas e viu a distância para Cuba na classificação geral diminuir para apenas quatro ouros.
Vice-líder isolado com 29 medalhas de ouro, o Brasil conquistou o lugar mais alto do pódio em apenas duas oportunidades nesta terça-feira (25), e justo de onde menos se esperava.
Os azarões que salvaram o dia foram Rosângela Santos, nos 100 m rasos do atletismo, e o conjunto da ginástica artística masculina, que escrevam seus nomes na história dos Jogos.
Entre os homens, pesar de contar com a presença do campeão mundial no solo Diego Hypólito, o título por equipes foi inédito e com sabor especial. O triunfo sobre os rivais de Porto Rico, em revanche da derrota no Pan do Rio, quatro anos antes, calou os críticos que não digeriram a medalha de prata conquistada em casa na última edição dos Jogos.
Liderados por Diego, maior ginasta da história do país, o time brasileiro, formado ainda por Francisco Barreto, Petrix Barbosa, Péricles Fouros, Arthur Zanetti e Sérgio Sasaki, mostrou que também possui força nas provas em equipe e alcançou os incríveis 346,100 pontos após os seis aparelhos obrigatórios, contra 344,850 dos porto-riquenhos e 342 pontos dos americanos, donos da medalha de bronze.
No atletismo, Rosângela Santos desbancou as favoritas, fez o melhor tempo de sua vida e ainda conquistou o ouro nos 100 m rasos no atletismo, feito alcançado apenas por Esmeralda Garcia, no Pan de Caracas, em 1983.
Com muita explosão na parte final da prova, nossa corredora cravou 11s22 e faturou a primeira medalha do Brasil no dia. A prata ficou com a grande favorita Barbara Pierre, dos Estados Unidos, que terminou os 100 m apenas três milésimos depois. Por fim, o bronze foi para Shakera Reece, de Barbados, que marcou 11s26.
Com 25 douradas, os cubanos se aproximam perigosamente do Brasil no quadro de medalhas e ganham status de favoritos para terminarem na vice-liderança, uma vez que nos próximos dias nove de seus boxeadores disputam finais e semifinais naquele que é o esporte mais tradicional do país.
Líderes isolados na classificação, os Estados Unidos já somam 64 primeiros lugares, enquanto Canadá e México dividem a quarta colocação com 20 medalhas de ouro cada.
Vice-líder isolado com 29 medalhas de ouro, o Brasil conquistou o lugar mais alto do pódio em apenas duas oportunidades nesta terça-feira (25), e justo de onde menos se esperava.
Os azarões que salvaram o dia foram Rosângela Santos, nos 100 m rasos do atletismo, e o conjunto da ginástica artística masculina, que escrevam seus nomes na história dos Jogos.
Entre os homens, pesar de contar com a presença do campeão mundial no solo Diego Hypólito, o título por equipes foi inédito e com sabor especial. O triunfo sobre os rivais de Porto Rico, em revanche da derrota no Pan do Rio, quatro anos antes, calou os críticos que não digeriram a medalha de prata conquistada em casa na última edição dos Jogos.
Liderados por Diego, maior ginasta da história do país, o time brasileiro, formado ainda por Francisco Barreto, Petrix Barbosa, Péricles Fouros, Arthur Zanetti e Sérgio Sasaki, mostrou que também possui força nas provas em equipe e alcançou os incríveis 346,100 pontos após os seis aparelhos obrigatórios, contra 344,850 dos porto-riquenhos e 342 pontos dos americanos, donos da medalha de bronze.
No atletismo, Rosângela Santos desbancou as favoritas, fez o melhor tempo de sua vida e ainda conquistou o ouro nos 100 m rasos no atletismo, feito alcançado apenas por Esmeralda Garcia, no Pan de Caracas, em 1983.
Com muita explosão na parte final da prova, nossa corredora cravou 11s22 e faturou a primeira medalha do Brasil no dia. A prata ficou com a grande favorita Barbara Pierre, dos Estados Unidos, que terminou os 100 m apenas três milésimos depois. Por fim, o bronze foi para Shakera Reece, de Barbados, que marcou 11s26.
Com 25 douradas, os cubanos se aproximam perigosamente do Brasil no quadro de medalhas e ganham status de favoritos para terminarem na vice-liderança, uma vez que nos próximos dias nove de seus boxeadores disputam finais e semifinais naquele que é o esporte mais tradicional do país.
Líderes isolados na classificação, os Estados Unidos já somam 64 primeiros lugares, enquanto Canadá e México dividem a quarta colocação com 20 medalhas de ouro cada.
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