Atleta do taekwondo, tímido Robelis Despaigne, de 2 m, virou atração na Vila
Pan-Americana
A estatura impressiona. Acompanhado por outros integrantes da delegação
cubana, Robelis Despaigne passeia pelo setor internacional da Vila Pan-Americana
timidamente, com um andar cansado, tentando não chamar a atenção. Porém, seus 2
m de altura impedem.
No primeiro contato com a imprensa, este jovem atleta do taekwondo nascido há 23 anos em Santiago de Cuba se mostra retraído, quase lamentando ter sido interceptado por jornalistas do Terra para dar algumas impressões de suas primeiras horas na Vila. Ele apenas se atreve a contar que está feliz pelo recebimento e pelas instalações do complexo.
"Até hora tudo vai bem, a área do aquecimento está bem. Os quartos ainda têm alguns defeitos, porém já estão arrumando. Penso que até começar a competição (nesta sexta-feira) tudo estará resolvido", afirma, enquanto tinha de suportar as brincadeiras de seus companheiros motivada pela fama repentina do "gigante" cubano.
Dentro do mundo do taekwondo, no entanto, Despaigne não é um desconhecido. E mais: chega a Guadalajara como uma das principais figuras candidatas a ouro da delegação cubana. E segundo contam amigos íntimos do esportista, esa postura pacífica só pode ser vista do lado de fora do tatame.
"Tem um arsenal técnico que vai desde golpes com giro de 360 graus até o tuit tchagui (chute para trás). Além disso, sempre sai com confiança e sabe conquistar o público", afirmam desde o seu entorno, apresentando-o como um rival temível.
Despaigne, de qualquer forma, opta novamente por um discurso modesto e aponta que há adversários tão ou mais altos que ele e tão ou mais perigosos. Uma vez, inclusive, ele chegou a brincar com sua condição de "gigante" ao dizer que poderia ter se dedicado a outros esportes, porém que o taekwondo é o único que praticou.
"Quando eu era criança não era tão alto, não sabia que cresceria tanto", admite o cubano, campeão mundial universitário em 2010. Ele começou em sua modalidade aos 9 anos na Sala Polivalente Alejandro Urgellés com o profesor Fernando Gómez Núñez.
Ganhadora de duas medalhas de ouro e três de bronze no Pan do Rio de Janeiro 2007 no taekwondo, Cuba conseguiu vagas em todas as categorías da modalidade em Guadalajara, onde sua equipe terá quatro homens e quatro mulheres. Nesse contexto, Despaigne é o favorito de muitos para faturar o ouro.
"Meu principal objetivo é ter uma boa prova e chegar a uma medalha. Todos aspiram ao ouro, porém tenho sempre em mente qualquer medalha, não importa a cor", diz o atleta, que sonha com o posto mais alto do pódio também para a Olimpíada de Londres 2012.
Apesar disso, este jovem de poucas palavras e estatura impressionante mostra que sua meta atualmente é outra e que com seus fortes golpes pretende deixar Cuba entre os primeiros lugares do quatro geral de medalhas: "temos um grande compromisso em alcançar o segundo lugar. Todos devemos dar o máximo de nós para alcançarmos esse objetivo".
No primeiro contato com a imprensa, este jovem atleta do taekwondo nascido há 23 anos em Santiago de Cuba se mostra retraído, quase lamentando ter sido interceptado por jornalistas do Terra para dar algumas impressões de suas primeiras horas na Vila. Ele apenas se atreve a contar que está feliz pelo recebimento e pelas instalações do complexo.
"Até hora tudo vai bem, a área do aquecimento está bem. Os quartos ainda têm alguns defeitos, porém já estão arrumando. Penso que até começar a competição (nesta sexta-feira) tudo estará resolvido", afirma, enquanto tinha de suportar as brincadeiras de seus companheiros motivada pela fama repentina do "gigante" cubano.
Dentro do mundo do taekwondo, no entanto, Despaigne não é um desconhecido. E mais: chega a Guadalajara como uma das principais figuras candidatas a ouro da delegação cubana. E segundo contam amigos íntimos do esportista, esa postura pacífica só pode ser vista do lado de fora do tatame.
"Tem um arsenal técnico que vai desde golpes com giro de 360 graus até o tuit tchagui (chute para trás). Além disso, sempre sai com confiança e sabe conquistar o público", afirmam desde o seu entorno, apresentando-o como um rival temível.
Despaigne, de qualquer forma, opta novamente por um discurso modesto e aponta que há adversários tão ou mais altos que ele e tão ou mais perigosos. Uma vez, inclusive, ele chegou a brincar com sua condição de "gigante" ao dizer que poderia ter se dedicado a outros esportes, porém que o taekwondo é o único que praticou.
"Quando eu era criança não era tão alto, não sabia que cresceria tanto", admite o cubano, campeão mundial universitário em 2010. Ele começou em sua modalidade aos 9 anos na Sala Polivalente Alejandro Urgellés com o profesor Fernando Gómez Núñez.
Ganhadora de duas medalhas de ouro e três de bronze no Pan do Rio de Janeiro 2007 no taekwondo, Cuba conseguiu vagas em todas as categorías da modalidade em Guadalajara, onde sua equipe terá quatro homens e quatro mulheres. Nesse contexto, Despaigne é o favorito de muitos para faturar o ouro.
"Meu principal objetivo é ter uma boa prova e chegar a uma medalha. Todos aspiram ao ouro, porém tenho sempre em mente qualquer medalha, não importa a cor", diz o atleta, que sonha com o posto mais alto do pódio também para a Olimpíada de Londres 2012.
Apesar disso, este jovem de poucas palavras e estatura impressionante mostra que sua meta atualmente é outra e que com seus fortes golpes pretende deixar Cuba entre os primeiros lugares do quatro geral de medalhas: "temos um grande compromisso em alcançar o segundo lugar. Todos devemos dar o máximo de nós para alcançarmos esse objetivo".
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