Desde sábado, a Vila Pan-Americana conta com o Teatro dos Povos, local que
recebe, sempre
ao final do dia, duas ou três atrações musicais. O objetivo é claro: divertir os
atletas. Nos primeiros dias, o teatro permaneceu com as cadeiras vazias enquanto
as bandas tocavam, quando não para as moscas, para os mosquitos. Na noite de
terça, porém, o Brasil e, prinicipalmente, as brasileiras, mudaram o cenário
desolador da iniciativa até então.
Mesmo sem um público cativo, o Grupo Samba Son Brasil, que se apresentou na noite de terça, conseguiu arrancar alguns aplausos dos atletas que passavam pelo teatro e até fazer com que eles parassem por alguns minutos para escutar a batucada à moda brasileira.
O grande trunfo da banda foi, no entanto, convencer - depois de muita negociação - um grupo de atletas da ginástica rítmica brasileira a subir no palco e sambar com as três passistas, que mais pareciam dançarinas de axé pelos trajes. As meninas dançando, mesmo que por instantes, bastou para que atletas de outras delegações se aproximassem do show, que já chegava ao final.
Além das ginástas brasileiras, Diogo Silva, do taekwondo, e a técnica Carmem Silva pararam para ver o show, ainda no início. Ao Terra, o atleta disse gostar de samba, mas que o ritmo que a banda tocava não era o samba que estávamos acostumados, pois até os instrumentos eles tocavam diferente dos brasileiros.
Quanto às passistas, Diogo Silva disse que elas mais pareciam estar dançando hula-hula. Carmem concordou com o companheiro, mas elogiou os músicos: "sendo uma banda de cubanos com mexicanos tocando música brasileira, até que não está tão mal", brincou ela
Mesmo sem um público cativo, o Grupo Samba Son Brasil, que se apresentou na noite de terça, conseguiu arrancar alguns aplausos dos atletas que passavam pelo teatro e até fazer com que eles parassem por alguns minutos para escutar a batucada à moda brasileira.
O grande trunfo da banda foi, no entanto, convencer - depois de muita negociação - um grupo de atletas da ginástica rítmica brasileira a subir no palco e sambar com as três passistas, que mais pareciam dançarinas de axé pelos trajes. As meninas dançando, mesmo que por instantes, bastou para que atletas de outras delegações se aproximassem do show, que já chegava ao final.
Além das ginástas brasileiras, Diogo Silva, do taekwondo, e a técnica Carmem Silva pararam para ver o show, ainda no início. Ao Terra, o atleta disse gostar de samba, mas que o ritmo que a banda tocava não era o samba que estávamos acostumados, pois até os instrumentos eles tocavam diferente dos brasileiros.
Quanto às passistas, Diogo Silva disse que elas mais pareciam estar dançando hula-hula. Carmem concordou com o companheiro, mas elogiou os músicos: "sendo uma banda de cubanos com mexicanos tocando música brasileira, até que não está tão mal", brincou ela
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