Marílson chega ao México depois de fracasso em
Chicago
O fundista brasileiro Marílson Gomes do Santos tem em seu poder quatro
medalhas obtidas em Jogos Pan-Americanos. Duas de prata e duas de bronze. Nos
10.000 m, prova que vai disputar na edição deste ano, em Guadalajara, ele tem
duas pratas: em Santo Domingo (2003) e no Rio de Janeiro (2007). Agora, ele
espera um desfecho diferente e acredita que possa disputar o ouro.
"A prova está aberta, vai ser forte, bem disputada. A gente tem os mexicanos que são sempre bons nessa prova, equatorianos, americanos, que estão muito bem também. Existe 'n' possibilidades e eu sou uma delas. Posso chegar e vencer os 10.000 m", diz.
Marílson tem em seu currículo duas vitórias na tradicional maratona de Nova York e três corridas de São Silvestre, em São Paulo. No último domingo, disputou a maratona de Chicago, nos EUA, mas acabou desistindo da prova após excesso de hidratação. Na disputa, ele tentava uma vaga para os Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem.
Ele explica o que aconteceu: "eu acabei não me sentindo bem. Estava bem preparado, treinado, mas tive desconfortos estomacais e acabei abandonando a prova. Eu creio que foi devido à hidratação. Creio que eu tenha exagerado um pouco na dosagem. Estava quente. São provas que eu não tenho corrido em climas mais quentes. Devo ter errado a quantidade", afirma.
Para se classificar para os Jogos Olímpicos, ele terá apenas uma chance. Ele está estudando com o seu técnico, Adauto Domingos, qual prova vai disputar para chegar ao índice. Segundo ele, essa escolha pode ajudar a minimizar os erros.
Aos 34 anos, ele acredita que os Jogos de Londres serão a sua última chance de participar de uma Olimpíada. Ele esteve em Pequim (2008), mas também abandonou a prova antes do seu final. Sobre uma possível disputa dos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro, ele é bastante reticente.
"Por enquanto não acredito. Tenho 34 anos e não sei se vou chegar em condições de competir, treinar, representar o País à altura. É preciso esperar um pouco mais. Vontade eu tenho. Só não sei se vou ter capacidade física de suportar os treinamentos. Eu treino desde os 12 anos. Já fiz muita coisa em treinamento, competição. Preciso ver se terei disposição e gana de competir ainda", afirma.
"A prova está aberta, vai ser forte, bem disputada. A gente tem os mexicanos que são sempre bons nessa prova, equatorianos, americanos, que estão muito bem também. Existe 'n' possibilidades e eu sou uma delas. Posso chegar e vencer os 10.000 m", diz.
Marílson tem em seu currículo duas vitórias na tradicional maratona de Nova York e três corridas de São Silvestre, em São Paulo. No último domingo, disputou a maratona de Chicago, nos EUA, mas acabou desistindo da prova após excesso de hidratação. Na disputa, ele tentava uma vaga para os Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem.
Ele explica o que aconteceu: "eu acabei não me sentindo bem. Estava bem preparado, treinado, mas tive desconfortos estomacais e acabei abandonando a prova. Eu creio que foi devido à hidratação. Creio que eu tenha exagerado um pouco na dosagem. Estava quente. São provas que eu não tenho corrido em climas mais quentes. Devo ter errado a quantidade", afirma.
Para se classificar para os Jogos Olímpicos, ele terá apenas uma chance. Ele está estudando com o seu técnico, Adauto Domingos, qual prova vai disputar para chegar ao índice. Segundo ele, essa escolha pode ajudar a minimizar os erros.
Aos 34 anos, ele acredita que os Jogos de Londres serão a sua última chance de participar de uma Olimpíada. Ele esteve em Pequim (2008), mas também abandonou a prova antes do seu final. Sobre uma possível disputa dos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro, ele é bastante reticente.
"Por enquanto não acredito. Tenho 34 anos e não sei se vou chegar em condições de competir, treinar, representar o País à altura. É preciso esperar um pouco mais. Vontade eu tenho. Só não sei se vou ter capacidade física de suportar os treinamentos. Eu treino desde os 12 anos. Já fiz muita coisa em treinamento, competição. Preciso ver se terei disposição e gana de competir ainda", afirma.
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